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quinta-feira, outubro 19

ECONOMIA - INDICADORES BOLSA DE VALORES E DÓLAR - 19/10/2017


FECHAMENTO BOLSA DE VALORES EM 18/10/2017
Ibovespa + 0,51% = 76.591,09 pts (18:00 horas)
FECHAMENTO DÓLAR EM 18/10/2017
Dólar comercial - 0,12% = R$ 3,165 (17:00 horas)

terça-feira, maio 3

ECONOMIA/BRASIL - MATERIAL DE CONSTRUÇÃO APRESENTA QUEDA DE 7% DAS VENDAS NO VAREJO - MAIO 2016

ECONOMIA/BRASIL/NÚMEROS DA CONSTRUÇÃO CIVIL/VAREJO
QUEDA DE 7% EM ABRIL, SOBRE MARÇO 2016



Segundo os DADOS apurados no estudo mensal realizado pelo Instituto de Pesquisas da Anamaco, com o apoio da Abrafati, Instituto Crisotila Brasil, Anfacer e Siamfesp, as vendas no varejo de material de construção tiveram retração de 7% no mês de abril na comparação com março deste ano.

O levantamento ouviu 530 lojistas, das cinco regiões do país, entre os dias 26 e 30 de abril, mostrando ainda que o desempenho ficou 2% abaixo do registrado em abril de 2015. Com isso, o setor teve retração de 6% nos últimos 12 meses, e de 11% no acumulado do ano.

A região Centro-Oeste foi a que apresentou melhor resultado no mês, com crescimento de 2% sobre março. Já as demais regiões retraíram com diferentes índices. No Nordeste, a queda foi de 5%, seguida pelo Norte, que teve desempenho negativo de 7%. As regiões Sudeste e Sul apresentaram as maiores retrações: -9% e -10%, respectivamente.

Entre as categorias pesquisadas, telhas de fibrocimento foi a que apresentou maior queda no mês (-7%) seguida de louças sanitárias (-6%), tintas (-5%) e revestimentos cerâmicos (-5%). Fechaduras, ferragens e metais sanitários não apresentaram variação com relação ao mês anterior.

Os números negativos, no entanto, não surpreenderam, pois, segundo o presidente da Anamaco, Cláudio Conz, “Tradicionalmente, abril não é um bom mês para o setor, e para completar o quadro de queda nas vendas, tivemos o mês com menos chuvas em 16 anos. As chuvas atrapalham quando estão acontecendo, obrigando o consumidor a adiar as obras, mas a falta delas também prejudica o nosso setor, pois acaba gerando menos manutenção ou estragos e, consequentemente, menos demanda por obras”. 

Segundo ainda o o presidente da Anamaco, o resultado no mês também reflete o atual cenário político e econômico do País. “Toda vez que temos um cenário como o atual, as pessoas tendem a segurar novos investimentos e a evitar gastos, com medo do futuro incerto. O bolso do consumidor é um só e nele nós concorremos com diversos outros setores, Sempre digo que obra é uma coisa que as pessoas precisam planejar. Ninguém acorda de manhã com vontade de comprar azulejo”.


Matéria em parceria com o Blog 

quinta-feira, setembro 10

PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA MUDA NÚMEROS DO FINANCIAMENTO, DE FAIXAS E JUROS

HABITAÇÃO - CASA PRÓPRIA - MORADIA - BRASIL


Minha Casa, Minha Vida cria faixa intermediária de renda

10/09/2015 - 
Brasília - 
Paulo Victor Chagas e Luana Lourenço –
Repórteres da Agência Brasil

O governo federal anunciou hoje (10) mudanças no Minha Casa, Minha Vida, entre as quais uma nova faixa de renda para famílias aderirem ao programa, o aumento das taxas de juros e a ampliação dos valores dos imóveis que podem ser financiados. A proposta foi apresentada pela presidenta Dilma Rousseff a representantes de movimentos sociais ligados à moradia e empresários da construção civil, em reuniões nesta tarde no Palácio do Planalto.

A intenção do governo, anunciada algumas vezes pela presidenta, era lançar a terceira etapa do programa nesta quinta-feira (10), com a promessa de contratar mais 3 milhões de unidades habitacionais até 2018. No entanto, avaliações internas do Planalto indicaram que a nova fase do programa não poderia ser oficialmente lançada antes da aprovação do Orçamento de 2016, que ainda não foi votado pelo Congresso Nacional. Ainda não há data para o anúncio da nova fase.

O valor limite da renda da primeira faixa do programa, que não tem juros e conta com maior subsídio, aumentou de R$ 1,6 mil para R$ 1,8 mil por família. Conforme previsto, o governo criou um grupo de renda intermediário, chamado de Faixa 1,5, que vai atender a famílias com renda de até R$ 2.350 mensais, que terão subsídio até R$ 45 mil.

Os juros cobrados dos beneficiários do programa também foram alterados: nas faixas 2 e 3, que variavam de 5% a 7,16% ao ano, dependendo da renda familiar bruta, subiram para entre 6% e 8%. Já a nova faixa criada pelo governo terá juros de 5% ao ano. Na faixa 1, os beneficiários continuam isentos de juros.

Outra mudança diz respeito aos limites do valor da prestação para a Faixa 1 do programa. Antes, os beneficiários podiam comprometer somente 5% do seu salário com a parcela. Agora, as famílias que fazem parte da renda mínima, de R$ 800 mensais, deverão destinar 10% do que recebem ao pagamento da prestação. Esse percentual pode chegar a 20%, dependendo da renda familiar.

Melhorias na infraestrutura das casas também foram anunciadas pelo governo, por meio de nota do Ministério das Cidades. As unidades habitacionais terão acréscimo de 2 metros quadrados (m²) em suas plantas (passando para 41,6 m² para casas e 47,5 m² para apartamentos), paredes com maior espessura e lajes. Além disso, serão adotadas medidas para reduzir o consumo de água e energia, como aerador de torneira e sensor de presença de iluminação nas áreas comuns.

Na modalidade rural do programa, os limite de renda e os valores das unidades habitacionais financiados também serão atualizados.

O Programa

Criado em 2009, o Programa Minha Casa, Minha Vida já contratou 4 milhões de unidades habitacionais, com investimento total de mais de R$ 270 bilhões, de acordo com o Ministério das Cidades.

Até agora, 2,3 milhões de moradias já foram entregues e 1,7 milhão estão em construção. Com as mudanças, o Minha Casa, Minha Vida vai atender a famílias com renda mensal entre R$ 800 e R$ 6,5 mil.

Edição: Nádia Franco