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terça-feira, outubro 31

INSEGURANÇA E CORRUPÇÃO NO RIO DE JANEIRO - MINISTRO DA JUSTIÇA DIZ QUE "CORONÉIS PMs" SÃO SÓCIOS DO CRIME ORGANIZADO


GOVERNADOR FERNANDO PEZÃO E SEU SECRETÁRIO DE SEGURANÇA ROBERTO SÁ, NÃO TEM FORÇA E NEM CONTROLE SOBRE A POLÍCIA MILITAR

Em MATÉRIA contendo gravíssima DECLARAÇÃO e ACUSAÇÃO contra COMANDANTES / OFICIAIS da Polícia Militar do Rio de Janeiro, o Ministro da Justiça, TORQUATO JARDIM, disse ao SITE UOL, que para ele o Comandante do 3o. Batalhão de Polícia Militar do Méier - Coronel LUIZ GUSTAVO TEIXEIRA foi EXECUTADO,  e não vítima de assalto como a polícia do Rio está afirmando.

Disse MAIS e PIOR

Que os CORONÉIS DA POLÍCIA MILITAR do Rio de Janeiro, são sócios do CRIME e que tem envolvimento com as MILÍCIAS, CRIME MUITO MAIS DIFÍCIL DE SER COMBATIDO.

TORQUATO JARDIM colocou ainda um "DEPUTADO" (QUEM SERÁ ?) que está ACERTADO com esta BANDA PODRE DA PM no controle das AÇÕES CRIMINOSAS.

Disse ainda que solução para o GRAVÍSSIMO PROBLEMA DE SEGURANÇA PÚBLICA EM NOSSO ESTADO, só virá em 2019, com um NOVO GOVERNADOR.


TRECHO

Toquato declarou que a horizontalização do crime fez crescer o poder de capitães e tenentes da política. “Aí é onde os comandantes de batalhão passam a ter influência. Não tem um chefão para controlar. Cada um vai ficar dono do seu pedaço. Hoje, os comandantes de batalhão são sócios do crime organizado no Rio.”

“Nós já tivemos conversas —ora eu sozinho, ora com o Raul Jungmann [ministro da Defesa] e o Sérgio Etchegoyen [chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência]—, conversas duríssimas com o secretário de Segurança do Estado e com governador. Não tem comando.”

sábado, fevereiro 25

CARNAVAL DE INSEGURANÇA - MENOS 3.000 PMS NO POLICIAMENTO DAS RUAS DO RIO DE JANEIRO


PORTA-VOZ DA PM TENTA PASSAR MENSAGEM DE QUE, COM ÍNDICES CRESCENTES DE VIOLÊNCIA E CRIMINALIDADE, APESAR DA REDUÇÃO BRUTAL DO EFETIVO, OS CIDADÃOS DO RIO E OS TURISTAS TERÃO MAIS SEGURANÇA.

24/02/2017 
Rio de Janeiro
Isabela Vieira – Repórter da Agência Brasil

O esquema de segurança para o carnaval deste ano terá 3 mil policiais militares a menos, de acordo com a Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMRJ). Sem recursos para pagar horas extras, atrasadas desde agosto de 2016, a corporação contará com 12 mil PMs durante os festejos, que vão até terça-feira (28), oficialmente. Com a retirada das forças do Exército do Rio nesta semana, a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis – Seção Rio de Janeiro (Abhi-RJ) reclamou da sensação de insegurança e enviou uma carta ao Ministério da Defesa na quarta-feira (22).

Segundo o porta-voz da Polícia Militar, major Ivan Blaz, o número menor de agentes nas ruas reflete uma redução das festividades, também por causa da crise. Braz disse, no entanto, que o patrulhamento será mais eficiente.

“Nossa tropa tem sido empregada rotineiramente em grandes eventos, desde a Olimpíada, e isso desgastou muito. Teremos agora o carnaval, colocaremos nossos homens e mulheres nas ruas, garantiremos a segurança, mas não podemos saturar o estado do Rio porque nossa tropa está cansada física e mentalmente”, disse.

Hoje, às vésperas da abertura oficial do carnaval, o governo do estado começou a pagar as horas extras atrasadas. Os policiais, no entanto, ainda não receberam o 13º salário do ano passado. “Estamos lidando com economia de esforços”, afirmou o major, justificando a redução no efetivo.

A corporação colocará homens e mulheres em áreas consideradas estratégicas, para conter principalmente furtos e roubos, que são as ocorrências mais frequentes.

Uma parte da operação será coordenada do Centro Integrado de Comando Móvel, baseado no Sambódromo, e que receberá imagens em tempo real das praias da zona sul e da Barra da Tijuca, na zona oeste. 

Nos arredores do Sambódromo e do Terreirão do Samba, no centro, o policiamento será feito por cerca de 700 PMs, a pé, nos locais de concentração de foliões, incluindo os blocos de rua.

Para evitar ser vítima de roubos e furtos durante a folia, a orientação é evitar a distração. 

“Se for atender o celular no meio da multidão, observe o entorno, tente procurar um local estático, fique com as costas perto de uma parede, por exemplo, vá com mais alguém. No caso de dinheiro, não leve carteira, distribua o dinheiro por vários bolsos e leve apenas um documento, evite volumes”, recomendou o major. “Crianças devem estar identificadas.”

Com a greve da Polícia Civil, os policiais militares também foram orientados a preencher o boletim de ocorrência da Polícia Militar, no lugar do documento feito nas delegacias, no caso de crimes de menor potencial ofensivo. O documento permite às vítimas acionar seguradoras, no caso de furto de veículos, ou solicitar novo chip, no caso de celulares roubados.

Durante o carnaval, a polícia também estará atenta a casos de violência contra a mulher e a exploração sexual de crianças e adolescentes. Para fazer denúncias, a recomendação é ligar para o serviço gratuito Disque 100. 

A Guarda Municipal também atuará na defesa dos menores de idade. Ao todo, cerca de 7 mil guardas estarão nas ruas da capital fluminense.

Edição: Lílian Beraldo